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Data Science
HartB - Onde a Ciência de Dados nos levará em 2021?

Onde a Ciência de Dados nos levará em 2021?

Em um mercado agressivo e sedento por inovação contínua, os dados atuam como uma bússola, capaz de guiar empresas rumo ao sucesso, mas, assim como um viajante precisa conhecer o equipamento para se orientar até o seu destino, gestores precisam de conhecimento e meios para desvendar o que há por trás dos dados.

Ainda que haja um potencial claro para a geração de resultados positivos através de estratégias envolvendo dados, estima-se que quase a metade das empresas no Brasil ainda não utiliza o Data Science para orientar suas atividades, o que favorece um ambiente competitivo de desenvolvimento e decisões conscientes, versus o método old school de gerir negócios.

Mas se o inevitável processo de digitalização chegou com a pandemia, e o mundo foi praticamente forçado a compreender que a tecnologia é uma aliada, o que teremos pela frente no ano que luta pelo título de “ano pós-pandemia”?

Mais investimentos

A crescente adesão à Ciência de Dados, combinada com a compreensão da tecnologia como caminho inteligente para a reestruturação de negócios, tendem a impulsionar os investimentos de empresas que buscam obter vantagens competitivas consistentes em seus setores.

Enquanto outras áreas sofrem cortes drásticos para encontrar equilíbrio e sobreviver ao cenário de crise, o Data Science muito provavelmente seguirá recebendo atenção especial dos gestores. A questão se tornará “quando” uma empresa começará a utilizar a ciência de dados a seu favor, e não “se” ela utilizará.

Soluções contra os desvios de dados

Considerados o novo petróleo, os dados precisam ser refinados da forma correta para a extração de valor, então, se faz necessário o desenvolvimento de soluções de monitoramento capazes de detectar possíveis desvios em um cenário tão dinâmico, onde mudanças em grande escala ocorrem no comportamento humano.

De forma resumida, cuidar da qualidade dos dados é fundamental para a assertividade e precisão na tomada de decisão, levando negócios aos resultados desejados.

Intensificação da busca por qualificação

Com a grande demanda latente, há uma tendência de aumento no interesse pela qualificação em áreas relacionadas a Ciência de Dados e outras competências, no intuito de agregar valor ao perfil dos profissionais.

Segundo a USP, ainda no período pré-pandemia em 2018, a escassez de cientistas de dados nos EUA oscilava entre 140 a 190 mil profissionais.

Aqui no Brasil, por exemplo, temos o cargo de Gerente de Data Science figurando entre as 30 profissões em alta para 2021, e o país ainda segue tendo que lidar com a escassez de profissionais de tecnologia aptos para o mercado, e a impossibilidade de adiar ainda mais o processo de digitalização.

Segurança de dados

Diante de seu reconhecido valor e das regras como a Lei Geral de Proteção de Dados – Lei nº 13.709/2018 – no Brasil, e a GDPR Europeia – 2016/679, há não apenas uma tendência, mas a necessidade real de avanço das ferramentas e recursos que protegem os dados, sem que seja comprometida a sua utilização pelos cientistas de dados, é claro.

Aqui no Brasil, há medidas a serem realizadas pelas empresas para que haja conformidade com a LGPD, listadas em lgpdbrasil.com.br, entre elas, “Adoção das medidas de segurança da informação aptas a proteger os dados pessoais de acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas”.

O site lgpdbrasil.com.br também destaca a posição do DPO – Data Protection Officer, que trata da “Identificação do encarregado (Pessoa Física ou Jurídica) e sua capacitação para exercer as atividades previstas na LGPD”.

Há uma necessidade de atuação responsável com os dados, e de profissionais aptos a gerir a segurança durante as etapas do seu processamento.

Previsões e tendências à parte, a Ciência de Dados seguirá como uma excelente oportunidade para a otimização do desempenho e geração de valor para negócios, além de se apresentar como um caminho bastante atrativo para os profissionais interessados em construir uma carreira alinhada ao futuro.

Autor

Hartb

Inteligência humana gerando inteligência artificial.

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